Um voo com a delegação do Flamengo enfrentou atraso ao chegar ao aeroporto de Congonhas, em São Paulo, na tarde de sexta-feira (9). A aeronave precisou permanecer em círculos no céu por cerca de 40 minutos antes de receber autorização para pousar. Essa situação chamou atenção pelo desconforto causado ao time, que viajava para um compromisso esportivo importante, evidenciando os desafios na gestão do tráfego aéreo em aeroportos movimentados.
O avião da equipe rubro-negra partiu do Rio de Janeiro com destino a São Paulo para preparação de partidas no Campeonato Brasileiro. Ao se aproximar do aeroporto de Congonhas, o controle aéreo solicitou que a aeronave realizasse voltas no ar, procedimento conhecido como espera por motivo de congestionamento ou gerenciamento da escala de pousos. Essa manobra é comum quando há grande fluxo de aviões, garantindo a segurança e a organização das aterrissagens.
Durante o período de espera, jogadores e a comissão técnica permaneciam no interior da aeronave, aguardando a liberação. A situação causou desconforto e ansiedade, já que o tempo de voo se estendeu além do previsto. A operação no aeroporto de Congonhas, um dos mais movimentados do Brasil, frequentemente exige ajustes como este para evitar riscos e manter o fluxo das viagens aéreas entre São Paulo e outras capitais, especialmente em dias de grande movimentação.
Após quase 40 minutos em voo em círculos, o avião recebeu autorização para aterrissar com segurança no terminal paulistano. A delegação do Flamengo conseguiu seguir para sua agenda esportiva com leve atraso, mas sem prejuízo significativo às atividades planejadas. Essa ocorrência ressalta a importância do planejamento e da coordenação entre equipes aéreas e aeroportos para garantir voos eficientes e seguros, principalmente em rotas com intenso tráfego.

