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Hospital de João Pessoa oferece atendimento integral e gratuito a vítimas de violência sexual no pré-carnaval

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Com a aproximação das festas pré-carnavalescas, cresce a preocupação com o aumento dos casos de violência sexual contra mulheres. Em João Pessoa, o Hospital Alberto Urquiza Wanderley, da Unimed, conta com uma equipe especializada para acolher vítimas dessa violência, oferecendo atendimento integral e gratuito. Essa estrutura é parte do cumprimento da Lei do Minuto Seguinte, que assegura assistência médica imediata e humanizada às vítimas em toda a rede pública e privada de saúde.

A equipe do hospital é multiprofissional e preparada para dar suporte não só físico, mas também emocional às mulheres que procuram ajuda após sofrer violência sexual. O protocolo adotado no hospital inclui o fornecimento de medicação profilática para prevenir infecções e gravidez indesejada, reforçando a importância do atendimento rápido, que deve ocorrer até 72 horas após a agressão. Além do acolhimento presencial, a Unimed dispõe também de um canal online de denúncias exclusivo para suas funcionárias que enfrentam qualquer tipo de violência.

Dados apontam que o número de agressões sexuais aumenta em até 50% durante o período carnavalesco, o que torna fundamental a existência de serviços especializados. Segundo o Ministério Público Federal, em 2023, uma mulher ou menina foi estuprada a cada seis minutos no Brasil. A Lei do Minuto Seguinte garante direitos a todas as vítimas, incluindo homens e crianças, e não exige boletim de ocorrência prévio para atendimento médico. A denúncia é incentivada, pois contribui para punir os agressores e para a formulação de políticas públicas.

Em João Pessoa, além do Hospital Alberto Urquiza Wanderley, há diversos hospitais públicos de referência para atendimento a vítimas de violência sexual, oferecendo suporte médico, psicológico e social. Para emergências e denúncias, números como 180 (Central de Atendimento à Mulher) e 197 (Polícia Civil) estão disponíveis. O fortalecimento dessas redes de proteção é vital para garantir assistência adequada e contribuir para a redução da violência contra mulheres.

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