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Aeroportos caóticos no fim de ano com a paralização dos aeroviários

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Pilotos, copilotos e comissários de bordo de todo o Brasil cruzaram os braços por duas horas, das 6h às 8h. Categoria quer reajuste

A partir desta segunda-feira (19/12) os pilotos, copilotos e comissários de bordo em todo o Brasil iniciaram paralisação no movimento de protesto pode se repetir por prazo indeterminado. A greve será feita de forma parcial, uma vez que a paralização ocorrerá diariamente por duas horas, das 6h às 8h.

Os aeronautas reivindicam reajuste salarial de 10,9%, número que representa recomposição inflacionária anual de 5,9%, somada a um aumento real de 5%. Uma outra reivindicação diz respeito ao cumprimento de outros pontos negociais, como um período máximo de espera entre os voos da tripulação.

Diante do aumento de fluxo natural gerado pelas viagens de férias e festas de fim de ano, a paralização da categoria, mesmo que parcial, já no primeiro dia gerou voos atrasados e até cancelados.  No Galeão e no Santos Dumont, no Rio, foram registradas filas e no Santos Dumont, dois voos acabaram cancelados e cinco registravam atrasos pouco antes das 8h. O mesmo ocorreu em Guarulhos e Congonhas, ambos em São Paulo. No total, Guarulhos chegou a ter 10 voos atrasados, e Congonhas, 16. Já em Brasília houve quatro voos atrasados e um cancelado.

Diante a ação proposta pelo Sindicado Nacional das Empresas Aeroviárias (Senea), a ministra Maria Cristina Irigoyen Peduzzi, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), estipulou multa de R$ 200 mil caso a categoria em greve não cumpra a decisão do tribunal. Segundo a magistrada, a paralisação de pilotos e comissários tem potencial para causar graves danos à população, especialmente por ocorrer em um período de aumento da demanda no transporte aéreo, com as viagens de fim de ano.

da tripulação.

As negociações entre a categoria e o Sindicado Nacional das Empresas Aeroviárias (Senea) não avançaram, e neste domingo a proposta inicial para um acordo foi rejeitada.

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