Plenária em Esperança reúne prefeitos, parlamentares e lideranças de diferentes regiões da Paraíba e amplia os sinais de articulação do grupo governista às vésperas das convenções partidárias.
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Por Mirian Ribeiro
Em um momento em que a política paraibana entra na reta decisiva para as convenções partidárias, a capacidade de reunir aliados passa a ter um significado que vai além da fotografia do evento. Nesta sexta-feira (31), o governador e pré-candidato à reeleição, Lucas Ribeiro (Progressistas), participou da plenária “Pra Cima, Esperança”, no município de Esperança, reunindo prefeitos, deputados, vereadores e lideranças de diversas regiões do estado.
Ao lado dos pré-candidatos ao Senado João Azevêdo e Nabor Wanderley, Lucas utilizou o encontro para reforçar o discurso de continuidade administrativa e defender que sua candidatura representa um projeto de governo consolidado por obras e investimentos em diferentes áreas.
“Os nossos adversários não vão simplesmente enfrentar uma pessoa. Eles vão enfrentar um projeto, um volume de obras e ações em toda a Paraíba”, afirmou, ao citar ações nas áreas de saúde, mobilidade urbana e educação.
Durante a plenária, o governador também convocou aliados e apoiadores para a convenção estadual do grupo político, marcada para a próxima quarta-feira (5), no Centro de Convenções de João Pessoa, evento que deverá oficializar as candidaturas da chapa governista.
Anfitrião da reunião, o prefeito de Esperança, Thiago Moraes, destacou a atuação de Lucas desde a vice-governadoria e afirmou que o gestor demonstrou preparo para comandar o estado.
Além de Aguinaldo Ribeiro, participaram do encontro os deputados estaduais Adriano Galdino, Chió, Tião Gomes, Sílvia Benjamim e Galego Souza, além da pré-candidata a deputada estadual Maria Porto, prefeitos de diversos municípios, vereadores, pré-candidatos e outras lideranças políticas.
À medida que o calendário eleitoral avança, encontros como esse deixam de representar apenas agendas partidárias e passam a funcionar como demonstrações públicas da capacidade de organização, mobilização e articulação de cada grupo político. No entanto, embora a presença de lideranças seja um indicador relevante da força de uma candidatura, é o eleitor quem, no fim do processo, transforma demonstrações de apoio em votos — ou redefine completamente o cenário apresentado nos palanques.

