O cantor João Lima foi encaminhado ao presídio do Róger, em João Pessoa, na noite desta segunda-feira (26), para cumprir prisão temporária após audiência de custódia. A transferência foi determinada pela Justiça diante de uma denúncia por violência doméstica feita pela esposa do artista, a influenciadora e médica Raphaela Brilhante, trazendo à tona um caso que mobiliza a atenção social e jurídica sobre o combate a agressões no ambiente familiar.
João Lima, que se apresentou voluntariamente à polícia na manhã do mesmo dia, responde a acusações referentes a agressões físicas contra Raphaela, cujos relatos vieram à público em vídeos que mostram a violência dentro da residência do casal, oficializado em casamento em novembro de 2025. A prisão preventiva foi decretada no domingo (25) pelo juiz Bruno César Azevedo Isidro, com base em pedido do Ministério Público que buscava garantir a ordem pública e evitar novos episódios de violência.
A denúncia formal foi registrada pela própria vítima na Central de Polícia Civil de João Pessoa, onde ela foi ouvida pela delegada plantonista enquanto apresentava ferimentos visíveis, como o braço imobilizado. Segundo a advogada que acompanha Raphaela, as agressões começaram logo após o casamento, inclusive durante a lua de mel, ressaltando a gravidade e o impacto emocional sofridos pela vítima e sua família. Além das medidas judiciais, foram solicitadas medidas protetivas para preservar a integridade da médica.
Com a permanência do cantor no presídio do Róger, o caso segue sob investigação das autoridades competentes, reforçando a importância do sistema de justiça na proteção às vítimas de violência doméstica. As próximas etapas envolvem o andamento processual e o acompanhamento das circunstâncias relacionadas ao cumprimento da prisão temporária, garantindo o respeito aos direitos legais e o necessário rigor no enfrentamento dessas denúncias.
