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Don Manoel Delson segue firme na fé

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O mundo passa por variadas mudanças sociais, e, infelizmente, referido contexto social vem acompanhado de mensagens de medo e alarmes. São muitas as inseguranças que tendem a nos deixar paralisados, são muitos os problemas sociais que afetam a vida do nosso povo e são massacrantes as ideologias que dividem e causam medo.  O próprio contexto recente da pandemia nos causou muito medo. E o que fazer? Como os cristãos devem proceder? Jesus sempre levou os discípulos à compreensão da superação do temor: “Quando ouvirdes falar de guerras e revoluções não fiqueis apavorados; é preciso que estas coisas sucedam primeiro, mas não será logo o fim” (Lc 21, 9). Esta passagem do Evangelho não se propõe a plantar o terror, ainda que seja uma advertência sobre os últimos dias que precederão o Juízo Final. Nosso Senhor quer plantar a esperança, o Seu Juízo sobre os homens não é reforço de maldade e terror, mas chamada à conversão, à fidelidade ao Evangelho com firmeza nesta vida que temos e ao testemunho rigoroso da caridade entre os homens.

O verdadeiro cristão não se aposenta no receio do futuro, mesmo quando ele cause muitos temores, mas confia no Senhor que venceu todos os medos. Somos chamados a plantar, invariavelmente, a cultura da esperança em todos os lugares!

O trabalho, direito de todos, deve ser um lugar de construção do mundo novo, onde o modelo de desenvolvimento econômico global seja o mais justo possível. O Apóstolo Paulo tem uma fala belíssima sobre o dom do trabalho: “De ninguém recebemos de graça o pão que comemos. Pelo contrário, trabalhamos com esforço e cansaço, de dia e de noite, para não sermos pesados a ninguém” (2Ts 3,8). As sociedades precisam caminhar cada vez mais para um capitalismo inclusivo, como nos pede o Papa Francisco: “Um capitalismo inclusivo, que não deixa ninguém para trás, que não descarta nenhum dos nossos irmãos e irmãs, é uma nobre aspiração, digna de seus melhores esforços”.

O mundo novo tão sonhado pelas páginas do Evangelho de Nosso Senhor não é uma quimera ingênua de crentes alienados. O trabalho, a fidelidade constante ao Evangelho, a caridade generosa a todos… são meios insubstituíveis para a promoção de sociedades mais justas e fraternas. E como cristãos, inseridos no mundo do trabalho e da cultura, não temos o direito de nos isentar dessa construção vital para o futuro da humanidade. Pois somos conscientes de que: “É permanecendo firmes que iremos ganhar a vida!” (Cf. Lc 21,19) Peçamos a Nossa Senhora que nos guarde nos caminhos de Jesus, Seu Filho, e que nossa vida cotidiana testemunhe os valores do Evangelho, aonde quer que estejamos, no mundo do trabalho e na família.

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