O governador em exercício intensificou agendas estratégicas no Agreste nesta quarta-feira (25), ao cumprir uma maratona de entregas em Campina Grande e Massaranduba, consolidando a Educação como eixo central de visibilidade administrativa em meio ao início da corrida pelo Palácio da Redenção. Em Campina, na Escola Senador Argemiro de Figueiredo, que passa a funcionar como unidade cívico-militar em parceria com o Corpo de Bombeiros, o gestor realizou a entrega simbólica de fardamentos e kits escolares para estudantes da 3ª Gerência Regional de Educação, reforçando o investimento superior a R$ 25 milhões destinados a toda a rede estadual.
Ao destacar que o material entregue garante suporte pedagógico durante todo o ano letivo e alivia o orçamento das famílias, o gestor associou a política educacional aos resultados recentes da Paraíba no Sisu, onde o estado alcançou a maior aprovação proporcional do país, vinculando desempenho acadêmico a planejamento de gestão. A implantação da primeira escola cívico-militar do Corpo de Bombeiros Militar em Campina Grande também foi apresentada como marco institucional e resposta a demandas da comunidade escolar, ampliando o debate sobre modelos de ensino e disciplina como instrumentos de melhoria da aprendizagem.
Já em Massaranduba, no distrito de Santa Terezinha, o governador em exercício entregou a reforma e ampliação da Escola Estadual Everaldo Agra, obra de R$ 2,1 milhões que garantiu climatização das salas, novos banheiros, ampliação da biblioteca e implantação de laboratório de informática, reforçando o discurso de que infraestrutura adequada impacta diretamente no desempenho dos estudantes. Ao circular pelos corredores da unidade e dialogar com alunos, o gestor enfatizou que a meta é assegurar condições para que o estudante se concentre apenas em aprender, sinalizando continuidade administrativa ao lado do governador João Azevêdo e, ao mesmo tempo, construindo identidade própria em agendas de forte apelo social.
A presença de lideranças políticas regionais e auxiliares do governo reforçou o peso institucional dos atos, que, além de administrativos, assumem contornos estratégicos em um cenário em que três pré-candidaturas já se movimentam nos bastidores, transformando cada entrega em ativo político e vitrine de gestão.
