InícioParaíbaEmpresa de segurança clandestina alvo da PF recebeu mais de R$ 150...

Empresa de segurança clandestina alvo da PF recebeu mais de R$ 150 mil em contratos com prefeituras da PB

Publicado em

- Advertisement -

De acordo com dados do sistema Sagres, a empresa de segurança investigada teria mantido, supostamente, contratos firmados com prefeituras da Paraíba.

A operação ‘Benu’, realizada hoje pela manhã, cumpriu 19 mandados nos municípios de Campina Grande, Remígio e Areia, situados nas regiões do Agreste e Brejo, respectivamente.

A empresa em questão é acusada de oferecer serviços de segurança privada, incluindo escolta armada, sem possuir o devido registro e fiscalização pela Polícia Federal.

A ação teve como alvo a atuação clandestina de empresa de segurança em funcionamento desde o ano de 2017.Foram expedidos pelo Juízo de Direito de Remígio/PB, 19 mandados de busca e apreensão, que foram cumpridos por 76 policiais federais.

Segundo restou apurado, a empresa vinha há alguns anos, oferecendo serviços de segurança privada, inclusive escolta armada, sem que a atividade fosse registrada e fiscalizada pela Polícia Federal.

Durante a investigação constatou-se que a empresa utilizava equipamentos como espargidor de pimenta e símbolos de entes públicos personalizados nos uniformes dos prestadores de serviços.

Também foi comprovado que quase a totalidade das pessoas que prestavam serviço pela empresa não eram registradas na Polícia Federal para atuar como vigilantes.

A empresa de segurança teria supostamente recebeu mais de R$ 150 milhões de prefeituras paraibanas desde sua criação em 2017, conforme informações do portal Sagres, cruzando os dados do CNPJ da empresa e os dados públicos do Tribunal de Contas do Estado. (TCE/PB), conforme noticiou o portal Polêmica Paraíba.

Segundo dados do Sagres Online, os serviços da empresa foram contratados por pelo menos 13 municípios entre junho de 2018 e dezembro do ano passado, totalizando R$ 162.295,00 em valor empenhado e R$ 155.045,00 em pagamentos. Esses contratos foram para prestação de serviços em diversas festas, como São João, emancipação política e festas de Natal.

Os investigados poderão responder pelos delitos de exercício de atividade econômica sem preenchimento das condições estabelecidas por lei, possuir gás asfixiante sem licença da autoridade competente, uso indevido de símbolo identificador de ente da Administração Pública e associação criminosa.

Últimas notícias

UFCG de Cajazeiras alcança nota 4 em Medicina e planeja expandir vagas

O curso de Medicina da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), campus de Cajazeiras,...

Papa Leão prioriza missão na África em vez de debates com Donald Trump

Durante sua atual viagem ao continente africano, o Papa Leão esclareceu o foco de...

Grupo ‘Feirantes Profanas’ planeja novas apresentações em Cajazeiras

O grupo de artes cênicas "Feirantes Profanas" alcançou grande repercussão em Cajazeiras, consolidando-se como...

Centro de Convenções de Campina Grande pode receber o nome de Shaolin

O governador em exercício da Paraíba, Lucas Ribeiro, apresentou uma proposta para homenagear o...

relacionados

UFCG de Cajazeiras alcança nota 4 em Medicina e planeja expandir vagas

O curso de Medicina da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), campus de Cajazeiras,...

Papa Leão prioriza missão na África em vez de debates com Donald Trump

Durante sua atual viagem ao continente africano, o Papa Leão esclareceu o foco de...

Grupo ‘Feirantes Profanas’ planeja novas apresentações em Cajazeiras

O grupo de artes cênicas "Feirantes Profanas" alcançou grande repercussão em Cajazeiras, consolidando-se como...