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Empresário suspeito de mandar matar Tavu é preso em João Pessoa

Um empresário suspeito de ordenar o assassinato de Otávio Gadelha dos Santos, conhecido como Tavu, se apresentou na sede da Polícia Civil em João Pessoa e foi preso na tarde desta sexta-feira (30). O caso chama atenção por envolver uma dívida significativa e pela investigação cuidadosa que levou à prisão do suspeito, que agora aguarda audiência de custódia. A notícia sobre a prisão de Celso de Moraes Andrade Bisneto movimenta a cidade, principalmente pela gravidade do crime e seu impacto na região.

Celso de Moraes Andrade Bisneto é apontado pela Polícia Civil como o principal suspeito de mandar matar o empresário Tavu Gadelha em dezembro do ano passado, no município de Cruz do Espírito Santo, que fica na Grande João Pessoa. Segundo as investigações, o crime foi motivado por uma dívida de R$ 400 mil. Para atrair a vítima, o suspeito teria prometido resolver essa dívida, o que levanta indícios claros de premeditação. Após a prisão, Celso passou por exames no Instituto de Polícia Científica e permanecia na sede da Polícia Civil até a audiência de custódia marcada para sábado (31).

A delegada responsável pelo caso, Maria das Dores, afirmou que as diligências feitas pela Polícia Civil foram decisivas para comprovar a participação direta do empresário no crime. A Justiça também decretou a prisão do suspeito, que inicialmente estava foragido. O desdobramento dessa investigação demonstra a atuação coordenada entre polícia e sistema judiciário para garantir a aplicação da lei, o que pode representar um passo importante no combate a crimes semelhantes na região.

Com a prisão de Celso Bisneto, a expectativa é que a audiência de custódia defina os próximos passos do processo legal. O caso, que teve grande repercussão, reforça a importância das investigações minuciosas e da atuação policial eficaz para resolver crimes graves. A decisão judicial e os procedimentos legais subsequentes vão contribuir para esclarecer completamente as responsabilidades envolvidas, mantendo a sociedade informada sobre o andamento da justiça.

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