As Forças Armadas da Venezuela reconheceram oficialmente o vice-presidente do país, Diosdado Cabello, como presidente interino, em um movimento que desafia a figura de Nicolás Maduro. A decisão foi anunciada em meio a uma crise política que gera tensões internas e repercussões internacionais. Esse reconhecimento reforça um cenário de disputa pelo poder dentro do país e pode influenciar os rumos políticos e sociais que a Venezuela seguirá nos próximos dias.
Diosdado Cabello, um dos principais líderes do chavismo e figura ligada ao governo venezuelano, passou a ser apontado pelas Forças Armadas como a autoridade máxima no Executivo. Essa medida ocorre num contexto em que Nicolás Maduro enfrenta questionamentos e enfrenta pressões crescentes, tanto internas quanto externas. O reconhecimento em força das Forças Armadas sinaliza um possível racha no comando político e uma tentativa de estabilizar o país por meio de alianças militares.
Esse movimento militar tem impactos significativos para a estabilidade institucional da Venezuela, já que o apoio das Forças Armadas é essencial para a manutenção do poder no país. A mudança na liderança interina indica que setores das Forças Armadas buscam uma redefinição da governança venezuelana, o que pode gerar mudanças na gestão pública, nas políticas internas e na relação com outros países. Essa alteração pode afetar a população e o quadro político nacional, gerando novos alinhamentos e negociações.
O reconhecimento do vice-presidente como presidente interino pelas Forças Armadas coloca a Venezuela em uma fase delicada, com possíveis desdobramentos políticos e sociais nos próximos dias. A situação permanece em evolução, e os próximos passos dependerão da resposta dos principais atores políticos e da comunidade internacional. Acompanhar essas mudanças é fundamental para compreender o futuro político do país e suas consequências para a região.

