Mais de 200 manifestantes foram mortos pelo regime dos aiatolás no Irã durante protestos recentes que ganharam destaque internacional. As manifestações começaram depois da morte de Mahsa Amini, jovem que faleceu sob custódia policial ao ser detida por não usar corretamente o véu obrigatório. O episódio reacendeu debates sobre direitos humanos e liberdade dentro do país, provocando reações e preocupações no mundo todo.
As manifestações ocorreram em várias cidades iranianas, reunindo milhares de pessoas contra a repressão estatal. O governo, liderado pelo regime dos aiatolás, respondeu com uma forte ação policial e militar, usando força para controlar os protestos. A repressão violenta resultou em centenas de mortes, segundo estimativas de grupos de direitos humanos, além de prisões e restrições severas de acesso à internet para dificultar a comunicação entre os manifestantes.
Além das perdas humanas, as ações do regime provocaram um crescente isolamento internacional do Irã, com diversas nações e organizações pedindo um fim imediato à violência e ao respeito às liberdades civis. A situação gera impacto direto na estabilidade política e social do país, enquanto aumenta a pressão para que líderes locais e globais busquem soluções pacíficas para o conflito.
O cenário no Irã permanece tenso e imprevisível, com protestos ainda ativos e a possibilidade de novas reações do governo. Organizações internacionais acompanhando o caso alertam para a necessidade de diálogo e respeito aos direitos humanos, destacando que os desdobramentos podem influenciar as relações diplomáticas e a política interna iraniana nos próximos meses.

