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Ministério Público pede fim da liberdade condicional de Bruno Fernandes, ex-goleiro condenado por morte de Eliza Samudio

O Ministério Público do Rio de Janeiro solicitou à Justiça o fim da liberdade condicional do ex-goleiro Bruno Fernandes, condenado por envolvimento no desaparecimento e morte da modelo Eliza Samudio. O pedido ocorre após novas avaliações do comportamento do condenado durante o benefício, mostrando preocupações sobre seu cumprimento das condições impostas. A decisão pode impactar diretamente o regime de cumprimento da pena e a permanência dele fora da prisão.

Bruno Fernandes foi condenado em 2013 pelo assassinato de Eliza Samudio, crime que teve grande repercussão nacional. Ele cumpria pena inicialmente em regime fechado, mas teve o direito à liberdade condicional concedido. A liberdade condicional permite que presos em pena cumprida parcialmente possam cumprir o restante em liberdade, desde que sigam regras determinadas pela Justiça, como comparecimento periódico ao judiciário e boa conduta.

O pedido do Ministério Público baseia-se em supostas irregularidades e descumprimento das regras do benefício, como falta de comunicação adequada com as autoridades competentes. O órgão entende que essas infrações violam os requisitos para manter a liberdade condicional, podendo justificar a revogação da medida e o retorno de Bruno ao sistema prisional.

Agora, a Justiça do Rio de Janeiro analisará o pedido do Ministério Público para decidir se a liberdade condicional do ex-goleiro será mantida ou revogada. Caso a revogação ocorra, ele poderá voltar ao regime fechado para concluir a pena. Essa definição será importante para o andamento do cumprimento da sentença e para o sistema penal no controle de penas alternativas.

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