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Nova taxa dos EUA beneficia Brasil e China e muda o jogo do comércio global

US President Donald Trump speaks during a press conference in the Brady Press Briefing Room of the White House in Washington, DC, on February 20, 2026. US President Donald Trump will hold a press conference Friday to discuss the Supreme Court's ruling against a major part of his tariffs, spokeswoman Karoline Leavitt said. (Photo by Mandel NGAN / AFP)

O governo dos Estados Unidos anunciou uma nova taxa sobre produtos importados, que deve impactar diferentes países de forma desigual. Um estudo divulgado recentemente indica que Brasil e China são os maiores beneficiados pela medida, graças às mudanças nas tarifas estabelecidas. A discussão sobre o tema é importante porque envolve comércio internacional, preço de produtos e relações econômicas globais, afetando exportadores e consumidores.

A nova taxa adotada pela administração americana altera impostos aplicados sobre importações tradicionais, com o objetivo de ajustar as relações comerciais e incentivar a indústria doméstica dos Estados Unidos. No entanto, o levantamento mostra que, apesar do aumento geral das tarifas, Brasil e China conseguiram aproveitar melhor as condições, ampliando suas exportações para o mercado americano. Isso ocorre porque alguns produtos brasileiros e chineses ficaram menos impactados ou foram redirecionados nos acordos, facilitando a competitividade.

Segundo dados do estudo, o Brasil se destaca principalmente na exportação de commodities agrícolas e manufaturados, enquanto a China mantém sua força em produtos industriais e eletrônicos. O imposto mais seletivo aplicado pelo governo americano criou também oportunidades para esses países expandirem sua presença no mercado norte-americano, o que pode influenciar a balança comercial e o crescimento econômico dessas nações. Além disso, há efeitos indiretos para outros parceiros comerciais.

A mudança nas taxas explica uma tendência de adaptação das cadeias produtivas globais, já que empresas buscam evitar custos maiores e manter vantagem competitiva. Para o Brasil e a China, essa reconfiguração pode gerar maior entrada de receitas no curto e médio prazo. As análises continuam acompanhando os desdobramentos das novas tarifas para entender melhor os impactos futuros no comércio mundial e na economia dos Estados Unidos, assim como para exportadores envolvidos.

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