O governador da Paraíba, João Azevêdo, anunciou a suspensão imediata de servidores públicos considerados “penduricalhos” nos três poderes estaduais: Executivo, Legislativo e Judiciário. A medida visa combater o chamado “supersalário”, que consiste em benefícios adicionais indevidos somados aos vencimentos oficiais e que impactam as contas públicas. A ação é importante para a gestão eficiente dos recursos públicos e para garantir a transparência no serviço público estadual.
No contexto da Paraíba, a prática de “penduricalhos” refere-se ao acúmulo de vantagens financeiras sobre o salário base, como auxílios e gratificações sem respaldo legal claro. A iniciativa de João Azevêdo surge após análise detalhada das folhas de pagamento e busca corrigir irregularidades detectadas em diferentes órgãos estaduais, incluindo o funcionalismo dos três poderes. Assim, espera-se recuperar a legalidade das remunerações e reduzir gastos que comprometem o equilíbrio fiscal.
Além da suspensão desses pagamentos extras, o governo pretende avaliar caso a caso para determinar quais benefícios serão mantidos, respeitando a legislação vigente. A ação também traz o objetivo de fortalecer o controle interno e evitar práticas semelhantes no futuro. Os efeitos dessa medida podem refletir em mais recursos disponíveis para investimentos públicos e no aprimoramento da gestão financeira do estado.
O próximo passo do governo da Paraíba será a formalização das medidas por meio de decretos e ajustes legais, garantindo a segurança jurídica das ações. O tema segue em monitoramento constante, com o compromisso de promover o uso responsável dos recursos públicos. A expectativa é que essa medida contribua para a transparência, eficiência e sustentabilidade da administração pública estadual nos próximos anos.
