A Fundação Paraibana de Gestão em Saúde (PB Saúde) manifestou-se oficialmente sobre uma investigação conduzida pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), que analisa possíveis acúmulos irregulares de cargos públicos por parte de servidores. A instituição detalhou como tem lidado com essas questões e reafirmou seu compromisso em colaborar com os órgãos de controle para esclarecer os vínculos apontados.
O processo teve início após o recebimento de um ofício do Ministério Público em novembro de 2025, que apresentou uma lista com 295 nomes com possíveis irregularidades, baseada em dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). Para lidar com a demanda, a fundação instituiu procedimentos internos, incluindo a criação de uma comissão específica para apurar cada caso mencionado na relação enviada pelas autoridades.
A PB Saúde informou que mantém uma política contínua de monitoramento para identificar inconsistências nos vínculos funcionais. De acordo com a entidade, sempre que surgem indícios de irregularidades, são abertos processos administrativos formais para avaliar a situação de cada servidor, garantindo que a gestão dos contratos de trabalho siga as normas legais estabelecidas para o serviço público.
Por fim, a fundação ressaltou que permanece à disposição do Ministério Público para prestar todas as informações complementares que se fizerem necessárias durante o desenrolar das investigações. O órgão reafirmou que a transparência e a cooperação com os órgãos de fiscalização são prioridades para assegurar a regularidade administrativa das atividades da fundação.

