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Trump em Davos: discurso agita tensão pela compra da Groenlândia

US President Donald Trump gestures as he walks to board Air Force One at Joint Base Andrews, Maryland on January 13, 2026, as he travels to Detroit, Michigan. (Photo by Mandel NGAN / AFP)

O discurso do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na reunião anual do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, gera expectativa em meio a tensões diplomáticas envolvendo a compra da Groenlândia. O evento, que reúne líderes globais, ocorre em um momento delicado para as relações entre EUA, Dinamarca e Groenlândia, e a fala de Trump pode influenciar entendimentos internacionais. O tema é relevante por envolver questões de soberania territorial e interesses estratégicos no Ártico.

Trump anunciou recentemente seu interesse em adquirir a Groenlândia, uma grande ilha autônoma que faz parte do Reino da Dinamarca, mas possui governo próprio. A demanda gerou reações negativas da Dinamarca, que classificou a proposta como “absurda”. A Groenlândia é valorizada pela sua posição geopolítica e recursos naturais, ainda que tenha uma população pequena e infraestrutura limitada. A expectativa é que o discurso de Trump aborde esse contexto, esclarecendo seus planos e intenções.

Além disso, o Fórum de Davos reúne líderes empresariais e políticos para discutir políticas econômicas e ambientais globais. A tensão sobre a Groenlândia pode afetar as negociações e parcerias internacionais. O interesse dos EUA na região reflete a crescente importância estratégica do Ártico, que sofre impactos das mudanças climáticas, abrindo novas rotas comerciais e acesso a recursos naturais. Essas questões tornam a fala de Trump especialmente observada pelos participantes e mídia mundial.

O desfecho da disputa sobre a Groenlândia e as declarações feitas por Trump em Davos podem influenciar as relações entre os envolvidos e o equilíbrio geopolítico na região do Ártico. O desenrolar do evento sinaliza caminhos para futuros diálogos e negociações diplomáticas. A atenção internacional permanece voltada para como os países agirão diante dessa controvérsia e o impacto nas políticas estratégicas globais nos próximos meses.

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