A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, é vista por parte da população venezuelana como uma continuidade do governo atual, mas a proposta do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para governar o país encontra rejeição entre os venezuelanos. Essa percepção revela tensões e incertezas sobre o futuro político da Venezuela, que enfrenta uma grave crise econômica e social. A posição de Delcy Rodríguez e os efeitos da intervenção estrangeira são temas fundamentais para entender o cenário atual do país.
Delcy Rodríguez ocupa um papel central no governo de Nicolás Maduro, sendo considerada uma figura de confiança que representa a manutenção das políticas vigentes. O apoio ou rejeição a suas ações reflete a divisão interna entre grupos que preferem estabilidade e continuidade, e aqueles que desejam mudanças profundas. A ideia de Trump de governar a Venezuela, inclusive com propostas de intervenção, não é bem recebida pela maioria dos venezuelanos, que têm como prioridade a soberania nacional e soluções internas para os problemas do país.
A crise da Venezuela tem causado uma migração em massa e a deterioração dos serviços públicos essenciais, aumentando o descontentamento popular. Apesar disso, a percepção sobre Delcy Rodríguez como símbolo do governo atual reforça o dilema entre continuidade e mudança. A influência externa, como a do governo dos Estados Unidos, complica a situação, pois muitos cidadãos rejeitam intervenções estrangeiras que possam agravar a instabilidade. Esse cenário evidencia uma população dividida e preocupada com o futuro político e social do país.
O desenrolar dessa situação política na Venezuela terá impactos diretos na região, especialmente em relação à crise humanitária e às políticas migratórias. A continuidade do governo centralizada em Delcy Rodríguez indica um caminho de manutenção do status quo, ao mesmo tempo em que a rejeição às propostas externas mostra a importância do debate interno. O país segue enfrentando desafios complexos, com a expectativa de que alternativas de governança eficazes e legítimas possam surgir para atender à demanda da população por melhores condições de vida.

