A vereadora de Cajazeiras, autora da Lei Mulher Viva, utilizou seu espaço público recentemente para levantar um debate fundamental sobre a atual estrutura do cenário político brasileiro. Em uma manifestação que chama a atenção para a equidade de gênero, a parlamentar pontuou os desafios enfrentados pelas mulheres que buscam ocupar cargos de decisão nas esferas legislativa e executiva.
Durante sua fala, a legisladora destacou que a baixa representatividade feminina ainda é um entrave significativo para o desenvolvimento de políticas públicas mais inclusivas. A “Lei Mulher Viva”, de sua autoria, é frequentemente citada como um exemplo de como a presença de mulheres na política pode resultar em legislações voltadas diretamente à proteção e ao bem-estar da população feminina, transformando demandas sociais em ações concretas.
O debate ganha força em um contexto onde se discute a necessidade de romper barreiras históricas e culturais que afastam as mulheres das candidaturas eletivas. Segundo a vereadora, o protagonismo feminino não deve ser visto apenas como uma pauta isolada, mas como um elemento essencial para garantir que a pluralidade da sociedade seja devidamente refletida no cotidiano das câmaras municipais e assembleias legislativas.
Ao abordar o tema, a parlamentar reforça a urgência de mudanças nas práticas partidárias e na conscientização da sociedade sobre a importância do voto em candidaturas femininas. O cenário aponta para a continuidade dessa discussão, que busca incentivar não apenas a ocupação de espaços, mas a permanência e a efetiva influência de mulheres na formulação das leis e no comando das gestões públicas.
