Início Paraíba Golpe da falsa venda de moto causa prejuízo em Princesa Isabel e...

Golpe da falsa venda de moto causa prejuízo em Princesa Isabel e Tavares

Dois moradores da região do Sertão paraibano, residentes em Princesa Isabel e Tavares, foram vítimas de um esquema criminoso envolvendo a compra e venda de uma motocicleta por meio de redes sociais. O prejuízo financeiro acumulado pela fraude atingiu a marca de R$ 10.400, mobilizando a Polícia Civil local a emitir alertas importantes sobre os riscos em negociações online. A investigação sobre o caso, que ocorreu no último final de semana, segue em andamento.

O golpe estruturou-se a partir da cópia de um anúncio real de venda. Enquanto o verdadeiro proprietário, de Tavares, ofertava o veículo por R$ 13.600, criminosos duplicaram as informações e fotos, criando uma oferta própria por um valor menor, R$ 11.500. Os suspeitos agiram como intermediários, mantendo contato separado com vendedor e comprador. Para garantir o sucesso da fraude, instruíram o dono do veículo a entregá-lo ao interessado afirmando que se tratava de um “compadre”, evitando assim que as duas vítimas desconfiassem da armação durante a entrega física do bem.

Durante o processo, o comprador efetuou o pagamento de R$ 10.400 via Pix para uma conta indicada pelos golpistas. Após a entrega da moto e do documento, o vendedor percebeu que não receberia o valor combinado, e o comprador descobriu que o pagamento não havia sido destinado ao real proprietário. Somente após o encontro presencial é que ambos constataram a fraude. Sem a recuperação do montante, as vítimas decidiram dividir o prejuízo, enquanto a Polícia Civil trabalha para identificar os responsáveis pelo crime.

Diante do ocorrido, as autoridades policiais reforçam a necessidade de cautela extrema ao negociar bens pela internet. A recomendação principal é sempre conferir se o titular da conta que receberá o pagamento é a mesma pessoa que consta nos documentos do veículo ou do produto. É essencial evitar transações baseadas apenas em orientações de terceiros que se dizem intermediários e sempre verificar pessoalmente a idoneidade de quem está do outro lado da negociação, prevenindo que outros cidadãos caiam em situações semelhantes.

Sair da versão mobile