Líderes de gigantes brasileiras, como Havan, EMS, Gerdau e Rede D’Or, começam a estruturar seus planos de negócios para 2027. Durante o evento Melhores e Maiores, os executivos detalharam as apostas para os próximos anos, que incluem desde a análise do cenário político nacional até a expansão internacional e a abertura de novas unidades hospitalares no país.
Cada setor adota uma estratégia distinta baseada na realidade do seu mercado. Enquanto a rede varejista Havan aguarda os resultados das eleições para definir o ritmo de suas aberturas, a farmacêutica EMS foca na integração da Medley e no desenvolvimento de novas tecnologias para medicamentos. Já a siderúrgica Gerdau mantém o compromisso de investimentos tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, equilibrando as necessidades específicas de cada economia.
O setor de saúde também apresenta movimentações expressivas, com a Rede D’Or mantendo um cronograma rigoroso para a inauguração de novos hospitais em São Paulo. Esse projeto conta com o suporte da Atlântica D’Or, uma parceria estratégica com o banco Bradesco. Em paralelo, outras companhias, como a Havan, destacam uma gestão financeira focada na redução de dívidas e na manutenção da lucratividade, o que permite maior flexibilidade para decidir quando acelerar ou frear os novos investimentos.
O ponto central que conecta os planos desses grandes grupos é a preocupação com o retorno do capital investido. Os empresários avaliam cuidadosamente o timing e a viabilidade financeira de cada nova operação. O cenário aponta para um período de transição onde o planejamento de longo prazo e a adaptação às condições econômicas serão determinantes para o crescimento das organizações até 2027.
